Bolívia – Travessia de 4×4 – Parte I

Bolívia

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Continuando o post do Chile, saímos do hostel às 05:00 a.m., na van já estavam mais umas 9 ou 10 pessoas, rapidinho chegamos na alfândega, lá tinha uma fila mediana, mas o processo de saída do Chile não demorou muito, em seguida voltamos pra van (todos), que nos levou ao posto de imigração da Bolívia, lá, nós carimbamos nosso passaporte, e a empresa que havia nos levado começou a nos separar em dois grupo. Nós ficamos no grupo com uma Chilena, um Argentino e dois Suecos, todos muito legais, demos muita sorte, eles falavam espanhol, a Chilena e o Argentino entendiam e falavam um pouco de português.

Seguimos estrada e a primeira parada foi na Laguna Blanca, fascinante, parece um espelho, a cor da água se deve à quantidade de minerais presentes.

Laguna Blanca

Laguna Blanca

Laguna Branca

Laguna Blanca

Laguna Branca

Laguna Blanca

Laguna Branca

Laguna Blanca

Laguna Branca

Laguna Blanca

Laguna Branca

Laguna Blanca

Laguna Branca

Laguna Blanca

A segunda parada foi na Laguna Verde que possui aproximadamente 5,2 km², e a água é intensamente verde, fiquei apaixonada pelo lugar, difícil escolher qual laguna é a mais bonita, mas a verde realmente ganhou meu coração.

Laguna Verde

Laguna Verde

Laguna Verde

Laguna Verde

Laguna Verde

Laguna Verde

Laguna Verde

Laguna Verde

Laguna Verde

Laguna Verde

Em seguida fomos até o Deserto de Dali, que recebeu esse apelido por causa das formações rochosas que aparecem no meio da areia, lembrando alguns quadros do pintor espanhol surrealista. É um típico deserto, de todos lugares que passamos foi o que achei mais sem graça, mas valeu à pena conhecer.

Deserto de Dali

Deserto de Dali

Deserto de Dali

Deserto de Dali

Nossa quarta parada foi nas Termas de Polque, onde existe uma piscina termal que chega à temperatura de 40°, e é possível comprar ticket para entrar na água. Eu e o Rafa decidimos não entrar, estava frio e ficamos com medo de adoecer. Após o grupo tomar banho nas termas, nosso motorista preparou nosso almoço ali mesmo (os almoços acontecem no meio do deserto).

A quinta parada foi no Geiser de Sol de Mañana, muito parecido com o passeio que fizemos no Deserto do Atacama, acabamos não tirando quase nenhuma foto dos Geisers na Bolívia.

Seguimos o caminho e chegamos até um hostel próximo à Laguna Colorada, deixamos nossas mochilas no quarto (que dividimos com o grupo), e fomos conhecer a Laguna, que é muito bonita e tem uma cor avermelhada devido aos sedimentos vermelhos e pigmentação de algas. É possível ver muitos Flamingos na água, só é difícil tirar foto deles com a cabeça erguida, pois na maior parte do tempo então comendo as algas.

Laguna Colorada

Laguna Colorada

Laguna Colorada

Laguna Colorada

Laguna Colorada

Laguna Colorada

Voltamos para o hostel, não tinha água quente para tomar banho nesse dia, quem quisesse teria que encarar o frio. De noite eles serviram o jantar, cada grupo ficava em uma mesinha, e notamos que em uma das mesas tinham comida diferente e vinho, questionámos o porquê, e nos informaram que aquele grupo estava fazendo a travessia inversa (do Salar de Uyuni até o Chile), e que era o último dia de travessia deles, ou seja, no nosso último dia também ganharíamos uma garrafa de vinho. Nos conformamos com nossa lasanha de legumes com ovo, e gente, eu tento não ser fresca com comida em viagem, mas às vezes é muito difícil, por exemplo, o Rafa e os outros 4 adoraram a lasanha, mas eu achei muito difícil comer uma lasanha com ovo mole estalado por cima, enfim, para quem tem problemas com comidas diferentes, levem snacks na mochila ao irem para outro País onde terão que fazer travessia sem opção de restaurantes.

Nesse primeiro dia já estávamos a 4,278 metros de altitude, e isso causou um certo mal estar, conhecido como soroche ou mal da altitude, o Rafa estava com muita dor de cabeça, outros integrantes do nosso grupo passaram mal com enjoos, e eu felizmente não senti quase nada, a não ser na hora de dormir, pois é muito difícil conseguir respirar, e por diversas vezes acordei com falta de ar. Essa primeira noite foi um pouquinho cansativa e não dormimos tão bem, no dia seguinte quase todos mascaram a famosa folha de coca.

Voltamos ao carro e a primeira parada foi na Árbol de Piedra, formação por erosão causada pelo vento muito forte da região, dando o formato de uma árvore. Em seguidaconhecemos as Lagunas Altiplânicas (Cañapa e Hedionda), muito bonitas também, aliás, as Lagunas da Bolívia são muito encantadoras. Almoçamos com essa vista maravilhosa, nesse dia teve até Coca-Cola (quente).

 Árbol de Piedra

Árbol de Piedra

 Árbol de Piedra

Árbol de Piedra

 Árbol de Piedra

Árbol de Piedra

 Árbol de Piedra

Árbol de Piedra

 Árbol de Piedra

Árbol de Piedra

 Árbol de Piedra

Árbol de Piedra

 Árbol de Piedra

Árbol de Piedra

Lagunas Altiplânicas

Lagunas Altiplânicas

Lagunas Altiplânicas

Lagunas Altiplânicas

Lagunas Altiplânicas

Lagunas Altiplânicas

Após o almoço continuamos o roteiro e paramos no Mirador Vulcão Ollague. O lugar é um típico desertão, o vulcão está ativo e se situa na fronteira da Bolívia com o Chile.

Mirador Vulcão Ollague

Mirador Vulcão Ollague

Mirador Vulcão Ollague

Mirador Vulcão Ollague

Mirador Vulcão Ollague

Mirador Vulcão Ollague

Mirador Vulcão Ollague

Mirador Vulcão Ollague

Mirador Vulcão Ollague

Mirador Vulcão Ollague

A penúltima parada foi no povoado Colchani, para darmos uma olhada nos artesanatos locais, o lugar é bem colorido, os produtos são expostos em barracas, como em feira.

Povoado Colchani

Povoado Colchani

Povoado Colchani

Povoado Colchani

Povoado Colchani

Povoado Colchani

Após olhar/comprar lembrancinhas, fomos até um hostel de sal no começo do Salar de Uyuni, na verdade, nosso motorista passou primeiro em um hostel que já não tinha mais vagas, e só no segundo conseguimos um quarto. Esse hostel era todo de sal, e é comum o pessoal lamber as paredes para ter certeza da matéria prima, eu e o Rafa acreditamos só de olhar.

Para tomar banho tivemos que pagar algo em torno de R$ 30,00 cada um, porque lá eles tinham água quente, o que não quer dizer que você pode demorar o tempo que quiser, pois sempre tem fila para as duchas.

De noite jantamos um banquete, tinha batatas, banana e frango assado, sopa de cabelo, e finalmente, nosso vinho. Após o jantar fomos dormir, pois no dia seguinte o motorista informou que acordaríamos cedo para tentar ver o nascer do sol no Salar. Estava chovendo no povoado, e ele disse que se as chuvas não passassem corria o risco de não conseguirmos chegar até o Salar, pois é um local que alaga. Fui dormir torcendo para dar tudo certo.

 

Continua…


PARTE II DA TRAVESSIA PELA BOLÍVIA:

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