Palhoça e Florianópolis

Prontos para as dicas do que fazer em Palhoça e Florianópolis baseadas no que nós fizemos por lá?

Depois de deixarmos Torres para trás, estávamos pensando que seria difícil encontrar lugares que nos surpreendessem muito mais, então seguimos estrada em direção à Palhoça, cerca de 260 km de distância, e 3 horas dirigindo. Lá, nos hospedamos no Slavieiro Executive, hotel bem legal que tem acesso exclusivo ao shopping ViaCatarina.

Como saímos bem cedo de Torres e o check in do hotel em Palhoça seria apenas às 14:00, decidimos conhecer alguma praia de Palhoça. Como internet e GPS são tudo, procuramos no TripAdvisor algum lugar bem legal para visitarmos e encontramos a Praia da Pinheira, os comentários diziam que era uma praia com uma faixa de areia bem grande, águas clarinhas e pouco movimento. Pronto, era essa mesmo.

Praia da Pinheira.

Praia da Pinheira.

Bem no estilo aventureiros, estacionamos na rua e colocamos biquine e sunga dentro do carro mesmo. No calor que estava, saímos molhados de suor e prontos para entrar nas águas cristalinas da Praia da Pinheira.

Praia da Pinheira

Praia da Pinheira

De fato a praia era tudo que estava nos comentários do TripAdvisor, estava bem deserta também, e se decidir visitar esta praia para ficar em quiosque, desista, pois não tem. No meu caso e do Rafa, como gostamos muito de praias assim, amamos a Praia da Pinheira logo de cara. Entramos na água, tiramos foto, ficamos um pouquinho na areia e quando fomos ver, já tinha passado do horário do check in no hotel.

Praia da Pinheira

Praia da Pinheira

Ao chegarmos no hotel, tomamos banho e fomos comer no shopping ViaCatarina, lá experimentamos uma panqueca muito boa no Toscana – Panquecas e Massas, depois da refeição bem servida voltamos para o quarto, coisa de 5 minutinhos graças à praticidade de um shopping com passagem ao hotel, e ficamos vendo as fotos e planejando o dia seguinte, cheios de expectativas, pois iríamos conhecer a Guarda do Embaú.

Acordamos bem cedo e fomos tomar café, e tenho que dar os parabéns para o  Hotel Slavieiro, o melhor café da manhã de toda a viagem, diversas e maravilhosas opções, um banquete dos Deuses, aposto que até hoje o Rafa sente saudades dos ovos mexidos com linguiça calabresa.

Depois de almoçarmos tomarmos um café da manhã reforçado, seguimos até a Guarda do Embaú, que possui um estilo alternativo tanto pelas ondas boas para quem curte surfar, quanto pela beleza das praias e o charme das pousadas espalhadas pelas ruas de terra.

Vista para a praia da Guarda do Embaú.

Vista para a praia da Guarda do Embaú.

Conseguimos deixar o carro na rua e fomos andando até o local onde ficam os barqueiros que fazem a travessia do Rio Madre até a Praia da Guarda do Embaú, pelo valor de R$ 3,00 (ida) por pessoa.

Palhoça

Praia da Guarda do Embaú.

Quem sabe nadar bem, pode atravessar tranquilamente nas braçadas quando o rio está baixo, os surfistas costumam fazer isso por lá. Como não sei nadar e ficaria muito puxado para o Rafa me carregar, pegamos um barquinho e chegamos a mais um paraíso na terra.

Vista da Trilha da Guarda.

Vista da Trilha da Guarda.

A Guarda do Embaú nos surpreendeu muito, cheia de atrativos e trilhas fáceis e bem sinalizadas, ficamos muito satisfeitos de ter conhecido mais este lugar lindo do Brasil.

Vista da Trilha da Guarda.

Vista da Trilha da Guarda.

Tínhamos o intuito de subir a pedra do Urubu, mas como ouvimos e lemos que era uma trilha difícil e que poderia ter cobras no caminho, acabamos desistindo, até mesmo porque não estávamos vestido para trilhas difíceis, nem de tênis eu estava.

Vista para a Guarda do Embaú.

Vista para a Guarda do Embaú.

Vista da Trilha da Guarda.

Vista da Trilha da Guarda.

Atravessamos novamente o Rio Madre e decidimos seguir umas trilhas adentro para chegar até a Prainha,  que é acessível por uma trilha curta partindo do canto Norte da praia da Guarda. O lugar é magnífico, entramos na água, vimos peixinhos, vários tons de azul, imagens que nunca mais esqueceremos, está guardado para sempre na nossa memória e nas fotos. Andamos bastante pelas trilhas de fácil acesso e pudemos chegar a um mirante muito lindo, com vista para o vasto mar azul turquesa. Voltando das trilhas almoçamos na Taberna do Moe’s, dificilmente você encontrará lugares baratos para almoçar, pedimos uma porção de batatas fritas e pastel.

Palhoça

Prainha da Guarda do Embaú.

Prainha da Guarda do Embaú.

Prainha da Guarda do Embaú.

Prainha da Guarda do Embaú.

Prainha.

Depois do almoço, voltamos para ficar mais um pouco nas águas cristalinas, aproveitando o sol, os peixinhos, a companhia um do outro e a vista espetacular. Na volta ainda comemos um açaí muito bom.

No dia seguinte viajamos até Florianópolis que é bem pertinho de Palhoça, cerca de 20 km, demoramos uns 30 minutos para chegar, e adivinhem só? Chegamos cedo e o check in da pousada Green Moutain seria apenas as 14:00 também.

Ponto de decolagem de Parapente.

Ponto de decolagem de Parapente.

Como gostamos muito de trilha, decidimos fazer uma que dava até a Praia do Gravatá, que se esconde entre duas praias movimentadas de Floripa, a Praia Mole e a Joaquina. Eu e o Rafa deixamos o carro em um estacionamento pago que dava acesso á Praia Mole e fomos na cara e na coragem procurar a trilha. Andamos à deriva, pedimos informação, andamos um tantinho e por fim conseguimos chegar até a entrada da trilha, que é do lado de uma residência privada, mas que possui uma discreta placa informando “Trilha do Gravatá”. Logo na entrada encontramos um grupo de umas 30 pessoas que iriam fazer a trilha, acho que nos confundiram com uns de seus integrantes e nos chamaram para tirar foto com eles, eu e o Rafa ficamos meio sem graça mas tiramos a foto, logo nos despedimos e seguimos caminho sozinhos, eles ficaram meio sem entender nada ao nos ver ir embora sem esperá-los.

Vista para Paia do Gravatá.

Vista para a Paia do Gravatá.

Florianópolis

Ponta do Gravatá.

A trilha do Gravatá é de nível leve e qualquer pessoa pode fazer, tomando cuidado com as pedras. A trilha vale muito à pena pelas paisagens e pela vista privilegiada da costa leste de Florianópolis. A praia do Gravatá abriga um mar verde de ondas calmas, lugarzinho lindo de morrer, há uma casinha de madeira que serve de rancho a pescadores da região e que raramente está aberta. Parece um refúgio, com vista privilegiada para a multidão que abarrota a Praia Mole. Para quem não gosta de praias lotadas e ainda por cima curte trilhas, não deixem de visitar a Praia do Gravatá. Subimos as pedras até o mirante e pudemos apreciar mais uma vista maravilhosa do oceano e das praias. Ficamos também bastante tempo na água aproveitando para nos refrescar. Tem coisas que coisas que não tem preço, e a felicidade ao conhecer a Praia do Gravatá é uma delas.

Ponta do Gravatá.

Ponta do Gravatá.

Praia do Gravatá.

Praia do Gravatá.

Florianópolis

Ponta do Gravatá.

Vista para Praia do Gravatá.

Vista para a Praia do Gravatá.

Praia do Gravatá

Praia do Gravatá

Vista para a Praia do Gravatá.

Vista para a Praia do Gravatá.

Ponta do Gravatá.

Ponta do Gravatá.

Ponta do Gravatá.

Ponta do Gravatá.

Vista para a Praia do Gravatá.

Vista para a Praia do Gravatá.

Ponta do Gravatá.

Ponta do Gravatá.

Trilha da Praia do Gravatá.

Trilha da Praia do Gravatá.

Praia do Gravatá.

Praia do Gravatá.

No dia seguinte pretendíamos conhecer a Ilha do Campeche, mas desistimos depois de saber que existia um número e tempo limitado de visitas por dia, além de termos que pagar em torno de R$ 70,00 por pessoa, possivelmente teríamos que voltar rápido.

Praia do Saquinho.

Praia do Saquinho.

Mudamos os planos e decidimos fazer a Trilha da Praia do Saquinho. Deixamos o carro em um estacionamento pago próximo à entrada da trilha. Entre as praias da Solidão e Naufragados, a praia do Saquinho não tem estradas nem energia elétrica, a comunidade do Saquinho, algo em torno de 20 famílias, faz questão de manter-se isolada do resto da Ilha, ocupando o vale e a praia de areias brancas.

Praia do Saquinho

Praia do Saquinho

A trilha é muito fácil e ainda tem um caminho com pequena faixa de concreto, não tem desculpa para não conhecer. Na volta ainda dá pra fazer outra pequena trilha com acesso para uma cachoeira. Não se esqueçam de levar lanches e água nessas trilhas, pois dificilmente tem lugares perto para comprar.

Com certeza nessa parte da viagem os lugares que se destacaram para nós, foram a Guarda do Embaú e a Praia do Gravatá. No próximo post finalizaremos falando sobre a Ilha do Mel e Curitiba, além de informar os gastos totais da viagem.


 

Palhoça – HOTEL SLAVIEIRO EXECUTIVE PALHOÇA VIACATARINA: Acesso ao shopping por dentro do Hotel, café da manhã espetacular, quarto agradável e espaçoso. Nota: ♣♣♣♣♣.

Florianópolis – GREEN MOUNTAIN POUSADA: Chalés bem estilosos, espaçosos e mobiliados, não tem café da manhã, a localização é um pouco isolada do centro o que nos fez pegar uns trânsitos chatinhos, porém, nos deixou longe da muvuca. Nota: ♣♣♣♣.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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